(alba luna)vi a tua infância
vi. a infância sentada á mesa. era a tua. uma infância vestida de branco. com olhos de rio. a caminho da foz.
vi. como brincavas. entre os arbustos e sombras. como o teu sorriso.
ia e vinha. nos jogos de cabra cega. estendendo uma braçada de amores perfeitos. e as mãos. cheias de dádivas.
vi. como o amanhã. em ti. nasce em cada regresso. ao canto. do primeiro búzio.
vi. como o teu rosto. se cobre de perdão. nos largos e sinuosos. desencontros. do hoje.
vi como a infância. a tua. ensina. um homem. a saborear. o gosto do não. em jardins. onde. só a inocência. floresce.
(escrito por a. serra a 16.4.07)
vi. a infância sentada á mesa. era a tua. uma infância vestida de branco. com olhos de rio. a caminho da foz.
vi. como brincavas. entre os arbustos e sombras. como o teu sorriso.
ia e vinha. nos jogos de cabra cega. estendendo uma braçada de amores perfeitos. e as mãos. cheias de dádivas.
vi. como o amanhã. em ti. nasce em cada regresso. ao canto. do primeiro búzio.
vi. como o teu rosto. se cobre de perdão. nos largos e sinuosos. desencontros. do hoje.
vi como a infância. a tua. ensina. um homem. a saborear. o gosto do não. em jardins. onde. só a inocência. floresce.
(escrito por a. serra a 16.4.07)