da carícia ausentepela memória
ainda passam
as tuas mãos.
agora
quando abro
os punhos
uma certa
aridez
torna mais
frio
o tacto.
da carícia
ausente
canta o mar
que já não
se exprime
como outrora.
quando
a ondulação
eram
pálpebras
azuis
e os corais
ilhas de vidro
onde
habitavam
os nossos
beijos.
*
(imagem de mariah)

5 comentários:
Lindo!!!!
Só mesmo de um poeta maior... :) Parabéns!
Adorei, Alberto...
de volta à escrita, que bom!!!!
*besito.
subescrevo o anterior comentário
privilégio nosso a sua partilha
bj
dei um salto do facebook até aqui, pois já estou a ficar muito curiosa
que o azul se expanda e nunca tenha um fim...
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